Giblog #080

cdf_080

Tudo isso aí é pura #TrueStory!
Os diretores da minha primeira escola (aquela em que estudei durante a tenra idade, na época que meu frágil caráter ainda estava em processo de formação) eram mestres do terror psicológico!
É possível que todos meus complexos atuais e os que eu ainda devo desenvolver no futuro tenham origem nessa época.

Eu sinceramente espero que os primeiros anos escolares de vocês, leitores, tenham sido menos traumáticos.
-Feliz

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15 respostas em “Giblog #080

  1. Eu me lembro do Livro Negro, assinei ele duas vezes, mas nunca vi uma expulsão em qualquer escola, isso para mim é Lenda.

      • Ilustre cartunista e publicitário que mora perto do inferno, responda-me: você tem 28 e o Zangs tem 27, vocês se conheceram na federal enquanto cursavam engearia civil, porém, como você é mais velho? Repetiu algum ano escar ou alguma cadeira na faculdade? Ficou um tempo sem estudar? Só é alguns meses mais velho?

      • Sim mini-jovem, por obséquio, explique-me como vocês dividiam o mesmo espaço sem as idades baterem

  2. Também tinha uma casa ao lado da minha, também chamáva-mos a dona de bruxa (não na frente dela, é claro) mas foi uma das melhores etapas dessa vida, minha segunda escola

  3. Na minha escola não foi assim.
    A tortura psicológica vinha dos próprios alunos, aquilo era uma grande cadeia alimentar.
    Você tinha que se juntar com os mais fortes se quisesse ter alguma chance de não apanhar muito.

  4. A cadeia do amor já era terror suficiente, muita gente nem ia na festa junina só com medo de acabar preso lá dentro.

    No meu colégio tinha um galpão velho com uma sala chamada de “quarto escuro”, onde os mau alunos iriam parar. O Walfredo era um péssimo aluno na pré-escola, praticamente um torturador de colegas, e quando ele foi expulso, alguns garantiam que ele foi trancado no quarto-escuro.

    E no alto de uma escadaria, havia um quadro de um cara, ninguém sabe quem é. Algumas pessoas diziam que já tinham visto o quadro piscar, outras garantiam que escorria sangue da sua testa e que se você apontasse um biscoito para ele, o biscoito quebrava. Curiosamente, só funcionava com biscoitos, o quadro não gostava de quebrar amendoins, balinhas, lápis e outros objetos.

  5. Rapaz, o livro negro era um negócio sinistro… acho que todo mundo tinha medo dele. Esse lance de casa de bruxa, bom eu nunca acreditei muito nisso, mas também nunca resolvi descobrir se a tal bruxa era mesmo bruxa. Essas lendas geralmente eram criadas pelos diretores, que passavam pros alunos mais velho, que passavam pros menores que por sua vez, quando fossem maiores contariam aos menores transformando tudo isso num ciclo sem fim (maisooumeno como o rei leão hehehehe)

  6. Na minha escola existia o terror criado pelos próprios alunos. A loira do banheiro, por exemplo, foi uma lenda disseminada o tempo todo em que estudei la.

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