Love Sucks – Capítulo 03

Olá, olá, leitores e leitoras!
Quanto tempo, né?
Depois de mais de dois meses, finalmente trago a vocês o terceiro capítulo de Love Sucks! Mas essa demora teve um motivo, afinal, este é o capítulo mais longo da história, com 24 páginas no total.
E hoje, veremos Diego passar por um período que muitos consideram a melhor fase das nossas vidas, mas quem está vivendo essa fase sabe que não é beeeeem assim.
Falo, é claro, da universidade. Entre as bebedeiras, reuniões estudantis, churrascos e protestos, há ainda estágios não remunerados, professores sádicos e seminários sem fim.

E se você não leu o quer reler os primeiros capítulos, clique aqui e aqui.
Sem mais demora, vamos lá!

E, mais uma vez, para os leitores que se interessam pela continuidade em High School Sux, as cenas do flashback deste capítulo se passam antes do arco “Dias de um Colegial Esquecido“. Espero estar conseguindo encaixar direitinho a história. Como eu disse, estou tentando escrever pensando nos leitores antigos e nos novos.

Meus agradecimentos à Má Matiazi que fez a revisão deste capítulo. Continuem a acompanhar O Abismo, HQ de terror que ela publica online aqui! Ela publica bem mais regularmente do que eu, então não deixem de conferir.
Um muito obrigado à Mari Andrello, também, que me ajudou no processo de colorização do capítulo. ❤

E a música da “mix-tape” deste capítulo vem do disco Milo Goes to College, dos Descendents. Uma das faixas mais marcantes de um disco que fez parte da minha vida em diversos momentos cruciais. Decidi homenageá-lo neste capítulo, e pelo título, não podia ser mais adequado.

Bom, é isso aí, leitores e leitoras!
Espero que tenham gostado deste capítulo. Não deixe de comentar, dizendo o que achou do capítulo, o que está achando da história e o que você espera ver.
Grande abraço e até a próxima!
-Vinnie

Love Sucks – Capítulo 02

Olá, leitores e leitoras!
O capítulo de hoje de Love Sucks vai te levar de volta a uma época que você achava que era simples, mas pode parecer bem assustadora em retrospecto: a adolescência!
E se você ainda está passando por essa fase, lhe desejo a melhor das sortes para sair dela sem maiores traumas.

Se você perdeu ou quer reler o Capítulo 01, pode clicar aqui.
E vamos lá!

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Pra quem se interessa por continuidade, os flashbacks se passam antes do início de High School Sux, quando Diego ainda não estudava no Independência.
Estou procurando encaixar tudo certinho na cronologia para que a história possa ser apreciada tanto pelos novos leitores quanto pelos antigos.

Mais uma vez, agradeço a Má Matiazi que me ajudou com a revisão do texto e algumas dicas. A Má é quadrinista e começou recentemente um canal no YouTube com dicas de ilustração e quadrinhos. Clique aqui pra conferir o canal e aqui pra acompanhar a webcomic de terror O Abismo!

Outro agradecimento especial à Mari Andrello, que me ajudou fazendo os “flats” das páginas, o que me poupou muuuuito tempo da colorização.
Muito obrigado mesmo, Mari! ❤

Seguindo a ideia de fazer dessa história uma espécie de “mix-tape” pros momentos de sofrência, a trilha sonora deste capítulo é do segundo álbum de estúdio do Green Day, o Kerplunk. Pouco conhecido, mas um dos meus favoritos do trio. A vibe teen do disco é irresistível e as páginas de hoje estão cheias de referências a ele (e à banda).

Por hoje é só, leitores e leitoras. Espero que estejam curtindo a HQ!
Até o próximo capítulo!
-Vinnie

O Andarilho: Quebrando paredes e costelas

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Olá, leitores e leitoras!
O Andarilho é uma brincadeira proposta pelo Fábio Coala, em que o nosso amigo de camiseta vermelha da tirinha acima faz um tour pelas webcomics nacionais!
Ele já visitou vários quadrinhos e, depois de ser mandado pra cá pelo Leonardo Maciel, está indo para o site do Sir Holland, o Bravo, do Sandro Zambi!
Não deixe de conferir!

Você pode acompanhar a jornada do Andarilho aqui:

Mentirinhas
Will Tirando
Depósito do Wes
Vacilândia (por Marçal)
Manjericcão
RYOTiras
Digo Freitas
Blue e os Gatos
Por quê, Pedro?
As Aventuras da Bruxinha Mô
Como Eu Realmente
Objetos Inanimados
Mundo Amarelo
Baboom
Mari Santtos
Barba do Bardo
Navio Dragão
Quadrinhos Ácidos
Um Sábado Qualquer
Maciel Corporation

Até a próxima!
-Vinnie

Os quadrinhos mais “TOPZERA” de 2016

Olá, leitores e leitoras!
Começamos o ano com uma retrospectiva em quadrinhos das minhas leituras de 2016 (essa, pelo menos, não é tão catastrófica quanto a da Globo).
Então prepare um café e se ajeite na poltrona, porque a lista é longa. São mais de 40 títulos listados, nacionais ou gringos, independentes ou editoriais.
Espero que curtam!

Deixe registrado nos comentários o que você achou da lista, suas opiniões sobre os quadrinhos lançados em 2016 e suas próprias recomendações.
Valeu, pessoal!
-Vinnie

Love Sucks – Capítulo 01

Olá, leitores e leitoras!
Este é o primeiro capítulo de uma história que vem ocupando um cantinho da minha cabeça desde a primeira metade do ano.
Depois da turnê de lançamento do Tinta Fresca consegui colocar tudo em ordem, e aqui vocês conferem a primeira parte de um projeto maior que preparei para vocês em 2017.
Sem mais delongas, aqui vai!

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Já havia comentado aqui que eu iria mudar minha rotina de trabalho com os quadrinhos para me adequar à minha nova realidade, mas assim como alguns leitores, eu havia estabelecido laços com os personagens que criei.
Decidi então utilizar personagens já conhecidos em uma história completamente nova e fechada, para que leitores antigos e novos pudessem aproveitá-la da mesma forma. Estou bem ansioso com esse projeto e espero que vocês curtam!

Um agradecimento especial à Má Matiazi que fez a revisão do texto e se prontificou de imediato a me ajudar com o roteiro. Ela é escritora e quadrinista e você confere o trabalho dela aqui. Valeu, Má!

Love Sucks, como vocês já devem ter percebido, é uma história sobre a famosa “bad” pós-relacionamento. Quem já passou por isso (imagino que todo mundo) poderá se identificar com uma coisinha ou outra nos quadrinhos. Uma delas é a soundtrack depressiva que todo mundo cria para se afundar ainda mais na fossa. Por isso, a HQ vai funcionar como uma mixtape pra curtir uma dor de cotovelo, com cada capítulo levando o título de uma música. E a faixa de abertura escolhida é essa aqui:

Por enquanto é isso, leitores e leitoras. Aguardem mais capítulos para o ano que vem!
-Vinnie

CCXP 2016 – Foi épico pra c@r@l#0!

Oi, leitores e leitoras!
Quanto tempo, né?
Então, eu sei que andei sumido daqui por uns bons meses. Desde que voltei do FIQ de 2015 e desde que mudei de cidade, percebi que meu trabalho com os quadrinhos precisava se adequar à minha realidade.

E parece que toda essa mudança foi para me preparar para o maior evento de cultura pop do Brasil, a Comic Con Experience!
Se você estava em outro planeta durante os últimos meses, a feira aconteceu nos dias 01 a 04 de dezembro em São Paulo/SP. Este ano dividi a mesa com meu amigo Digo Freitas, o criador do Tinta Fresca e parceiro de projeto em 2016. Bom, na verdade, ao lado dos amigos Carlos Ruas, Pietro Progetti, Leonardo Maciel, Fábio Coala, Rafael Marçal, Wesley Samp e Fábio Ciccone, aquela região do Artists’ Alley virou quase uma mesa quádrupla!

strangerAliás, essa tem sido uma das melhores partes desde que levei meus quadrinhos pra fora de Hell City: estar no meio de tanta gente que produz HQ. Seja por hobby, seja profissionalmente, ou seja porque querer deixar sua marca no meio artístico. A energia de uma convenção é sempre boa!

É sempre bom rever tantos amigos depois de meses, encontrar pessoas que você só viu na internet, conhecer gente nova e conversar com pessoas cujo trabalho você admira.

E quando começa o “fervo” mal dá pra sair da mesa! A circulação de pessoas na CCXP chega a ser assustadora. Mas a vantagem é que isso sempre acaba trazendo gente que já teve algum contato com seu trabalho e, em ocasiões não raras, que já o acompanham há tempos!
Foi muito legal conhecer leitores de longa data do Café do Feliz. Apareceram alguns que conheciam o blog desde as primeiras tirinhas! Um deles é o Éttore, que apareceu de surpresa no domingo pra dar um abraço e retribuir o bar que ele ganhou de presente de aniversário em 2013:

bar

icaroAliás, a recepção do público superou expectativas!
Várias pessoas foram à nossa mesa já procurando o Tinta Fresca porque já tinham ouvido falar! Seja pela recomendação do Sidney Gusman no Universo HQ, pela resenha do Poderoso Porco no MDM, ou mesmo porque ouviu comentários, muita gente chegou à nossa mesa já com o Tinta na cabeça.
E a melhor parte foi quando um menino pegou a revista com os olhos brilhando dizendo que se chamava Ícaro (o protagonista do livro)! Sério, para quem faz quadrinhos, essas são as melhores recompensas! Posso dizer, tanto por mim quanto pelo Digo, que nossa função como quadrinistas foi cumprida com satisfação. E agradecemos a todos vocês, leitores, pelo carinho que estamos recebendo.

Claro que podia ter sido melhor. A reclamação geral sobre o evento foi o palco rock que estava bem próximo ao Artists’ Alley, fazendo a galera forçar o gogó pra conseguir ser ouvido. E o fucking palco da Netflix com seu fucking karaokê, que nos fez ouvir as piores interpretações de What’s Up do 4NonBlondes. Aquela música chiclete que tocou naquela cena memorável de Sense8. Graças à isso, agora eu odeio a série. ¬¬

O chato de você ir no evento pra trabalhar também é perder quase todas as atrações e painéis. Dos atores gringos, eu mal lembro quem estava lá. Não tive nem meia chance de pegar autógrafo de uns picas dos quadrinhos, como o Eduardo Risso, o Simon Bisley, o Frank Quitely, etc.
Mas consegui tirar uma foto com a Laerte! =D
laerteDe qualquer jeito, são quatro dias inesquecíveis para qualquer fã de quadrinhos e cultura pop, tanto para quem está do lado de lá quanto do lado de cá da mesa do Alley.

Eu visitei a CCXP em 2014 como fã e foi uma das melhores coisas que fiz naquele ano. O evento já começou gigante e cresceu ainda mais. Não só pelo número de novidades relacionadas às séries, aos filmes e aos personagens icônicos que amamos, mas pelo cuidado que os organizadores têm em nos proporcionar uma experiência inesquecível. E porque cada vez mais tem coisa pra ver e cada vez mais tem talentos nacionais para se descobrir.

Por falar nisso…img_20161205_130819

Esses são os quadrinhos que trouxe de volta comigo. Alguns eu havia apoiado no Catarse e retirei no evento, mas a maioria foi tipo “shut up and take my money” mesmo. E olha que só não levei mais porque não ia aguentar carregar a mala de volta pra casa!
Quadrinhos estes que foram feitos por essa galera aqui, ó:
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Gente bagarai, né? Pois aí nessa foto mal tinha um décimo da galera. O Artists’ Alley da CCXP contava com uns 400 artistas. Ainda terei uma oportunidade de falar mais sobre os quadrinhos nacionais (independentes ou não) produzidos por toda essa gente querida.

Por enquanto, me despeço de vocês, leitores e leitoras.
Antes, quero deixar um agradecimento especial ao Digo, pelo profissionalismo e pela parceria nos quadrinhos e nos eventos que participamos este ano. Um grande abraço a todos os amigos e amigas quadrinistas, cuja lista já é grande demais pra lembrar de cabeça e não quero correr o risco de deixar ninguém de fora.
E um muito obrigado a todo mundo que pôde comparecer ao evento e dar um pulinho na mesa A16 para dar um abraço e levar um quadrinho, print, botton ou caneca.
Deixo também minha eterna gratidão a todos vocês que me incentivam a continuar a trilhar esse caminho que eu amo. A todos que compartilham posts, deixam seus comentários ou trocam uma ideia no twitter.
Vocês moram no meu S2!

-Feliz

P.S. Vocês já devem ter visto um certo teaser na fanpage e no twitter, mas vou reiterar que em breve teremos novidades!

E agora, José?

A Bienal acabou, o Tinta Fresca lançou, o desenhista sumiu…

Então, leitores e leitoras. Depois de meses de produção do Tinta Fresca, HQ que eu desenvolvi com o Digo Freitas, finalmente pude parar e descansar. Mas e agora? O CdF vai voltar, certo?
Bom, talvez a resposta não seja exatamente do agrado de muitos de vocês.

Durante a produção da HQ eu avaliei e repensei todo meu trabalho como criador. A conclusão que cheguei é que eu precisava mudar completamente minha linha de trabalho. Desde minha mudança para Curitiba, postar tiras de segunda a sexta tornou-se impossível, pois minha rotina mudou drasticamente. Mesmo postando 3 vezes por semana eu sentia que não estava cumprindo com minha proposta inicial para o blog. Parecia que eu não tinha exatamente algo a dizer e as histórias estavam perdendo o propósito.

Quando o CdF começou, lá em 2012, eu era uma pessoa completamente diferente do que sou hoje. Na época eu não sabia muito bem onde eu queria e poderia chegar com isso. Só comecei a desenhar e foda-se. Depois que passei a conhecer melhor a realidade da produção de quadrinhos no Brasil percebi que talvez o formato que eu estava publicando não seria adequado ao que eu quero fazer.

Por isso as coisas vão mudar um bocado. Pretendo seguir escrevendo e desenhando histórias maiores agora. Ao invés de publicar uma tira ou uma página, pretendo publicar capítulos inteiros. Isso significa que as atualizações serão bem menos frequentes. No momento estou escrevendo uma HQ mais longa e vocês poderão acompanhá-la aqui ou através da fanpage. Também estou desenhando uma história para minha amiga Chairim Arrais, parte da série vampírica Mare Rosso, de criação dela. Aqui no blog você também poderá acompanhar um pouco do processo de produção das HQs e outras notícias, como eventos e alguns reviews.

Mas não pensem que abandonarei o Felizverso. De forma alguma! Durante esses 4 anos me apeguei demais a esses personagens e não pretendo esquecê-los. Tanto que a HQ que estou escrevendo (e as que estou cozinhando na cabeça) se passam no universo das tiras, com os personagens que você já conhece e ama e mais alguns novos que espero que vocês gostem tanto quanto eu estou gostando.

Bom… por enquanto é isso, leitores e leitoras. Eu realmente sinto muito desapontar quem estava esperando o retorno triunfal do CdF com as tiras regulares. Espero que a nova fase seja bem recebida e que as mudanças sejam para melhor.
Abraço a todos.
-F

Então…

Oi, leitores e leitoras.

Eu estou devendo uma explicação para a falta de atualizações, né?
Pois bem, como vocês já sabem, a campanha do Tinta Fresca está chegando na metade. E como a previsão de entrega da HQ aos apoiadores é na Gibicon de Curitiba (que deve rolar em setembro), a produção está a mil.

Portanto, o Café do Feliz e eu estamos dando um tempo em nosso relacionamento.
Por enquanto, concentrarei meus esforços no Tinta Fresca. Ainda estarei disponível no Twitter e no Facebook. Eventualmente postarei algumas tiras antigas e novidades sobre o projeto, que aliás, está ficando bacanudo, dá uma olhada:

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Enfim. Por enquanto é isso, pessoal. Lamento muuuito ter que suspender as atualizações.
Por enquanto vou tirar umas férias dos meus queridos personagens e histórias. Espero voltar com todo gás para criar arcos memoráveis.

Não esqueça de apoiar: http://catarse.me/tintafresca

-Feliz

Giblog #145

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Ok, eu sei que a essa altura, falar de Batman v Superman já é chutar cachorro morto, mas é impossível não comparar os dois grandes eventos cinematográficos das grandes editoras de quadrinhos. A grande diferença entre os dois filmes é que Guerra Civil não entregou o ouro antes do filme estrear.

O terceiro filme da franquia do Bandeiroso tem apenas uma leve inspiração no mega evento dos quadrinhos, escrito por Mark Millar. A maior inspiração vem da excelente passagem de Ed Brubaker pelo Capitão América. E isso acaba sendo uma coisa positiva para o filme, criando um universo cinematográfico único e distinto dos quadrinhos.

Aqui a gente vê como uma boa direção faz toda a diferença. O grande evento da DC falhou em trabalhar com tantos personagens e acontecimentos em 2:30 de filme, sem dosar o timing para a ação, para a trama e o desenvolvimento dos personagens. Guerra Civil trabalhou isso de forma impecável no mesmo tempo de filme. Houve bastante espaço para nos empolgarmos com cada cena de ação, para refletir sobre o tema proposto e, muito importante, para cada personagem brilhar. As melhores cenas de luta, sem dúvida, são da Viúva Negra e do Falcão. E o filme já nos coloca no hype para o filme solo do Pantera Negra.

E o Homem-Aranha?
Bem… só digo uma coisa: meu fanboy interior está feliz.
É um filme que verei novamente no cinema.
-Feliz